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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Pontos turísticos...



Se existir uma cidade a que sou grata, é Uberaba (neste momento, acho que maioria de vocês está idealizando a figura de Chico Xavier). Do tupi - água cristalina, Ura é uma cidade do Triângulo Mineiro com uma população de aproximadamente 300 mil habitantes, também conhecida como a capital mundial do gado Zebu. Na cultura se destaca por um respeitável centro regional de folclore, por isso festas tradicionais e hábitos populares são incentivados.
Um número significativo e crescente de visitantes e turistas é recebido na cidade na caça de objetivos distintos. Desde o turismo de negócios, graças ao expressivo crescimento econômico (um dos maiores centros promotores de leilões de bovinos do país), até o turismo religioso enfatizando aqui o museu de Chico Xavier,seu túmulo e vários centros espíritas; além de várias igrejas históricas, como a Igreja da Abadia, Igreja da Medalha Milagrosa, Igreja Santa Rita, Igreja São Domingos, dentre outras. Todas maravilhosas! 

Igreja São Domingos


Igreja Santa Rita
Réplica de dinossauro - Peirópolis
Mercado Municipal
Há também diferentes parques e museus dentre os quais são citados o Museu e sítio Paleontológico de Peirópolis, onde são encontrados fósseis de mais de 85 milhões de anos, e Parques ecológicos da Mata do Ipê e o Parque Jacarandá (Zoológico de Uberaba). E também o Mercado Municipal, ótimo para comprar docinhos!! 


Calçada coberta por granizo
Sobre o clima, posso dizer que lá é quente, escaldante mesmo. E quando é frio, acredite que é. Costumávamos brincar que em apenas um dia é possível fazer as 4 estações. Lição aprendida: nunca confie do tempo de Uberaba (a não ser que queria tomar um banho de chuva). Sem contar que lá já nevou (granizo rssr) 
Av. Leopolodino de Oliveira
e a avenida principal virou um rio: Leopoldino (dava até pra surfar) e mais recente ainda, cidade onde raios riscaram o céu e trovões assustaram nossos tímpanos. Infelizmente inclui isso, não é?
Morro da Onça

Sobre o relevo, não se assustem, conhecida também como a “terra das 7 colinas”, não recebeu o nome por acaso.  Mas nada exagerado, de leve só para tonificar os glúteos mesmo.


Lá encontrei a melhor coxinha (do Balbec, claro) e o melhor macarrão na chapa. Hot dogs temperados com micróbios (rsrsr). Churrascarias famosas, e pizzarias ótimas. Espetinhos e porções de barzinhos, sorvete da Sorriso,escondidinho da Cachaçaria, pastel do Mercadão, lanches da facul... Gastronomicamente notável!



Santa Brasa- bar local
Lá é bom de festa! Como é uma cidade universitária, pode-se dizer que os jovens energizam bem as boates, bares, festas de repúblicas. Teatros, cinemas, muitos shows, ambientes alternativos fazem parte da vida noturma (e diurna também).
Sem contar a população mineiríssima e acolhedora que lá vive. Cidade de médio porte com cara de interior. Born to be uai! 

Se der, visitem essa cidade! Vocês vão gostar de lá!

Mas tenho outros pontos turísticos por lá, os quais não são acessíveis para todos e que me fizeram felizes por esses 4 anos. Falo do coração das pessoas que conheci e deixei por lá.

Pessoas que dividiram o mesmo teto comigo, dividiram as mesmas dificuldades, erros e acertos, alegrias, lembranças, crises, experiências, culpa e segredos. Suportaram meu lado chato e fizeram eu lapidar características e aprimorar habilidades, corrigir falhas e aceitar diferenças. Nunca vi uma república por lá tão duradoura e com pessoas que dão tão certo. Que a paz continue reinando.

Amiga alma gêmea  e outras amizades verdadeiras de pessoas que sempre estiveram comigo, que fizeram eu amar caipirinha, fazer direitinho a unha; dividir músicas, seriados, livros, lições, comentários tecnológicos, brigadeiro com pipoca e zuações.
 Companheiros de turma que partilharam cada descoberta, desafio e conquista, tornando minha trajetória mais agradável. Vizinhos, conhecidos, professores e síndicas chatas que me proporcionaram tantos momentos agradáveis( e desagradáveis, faz parte).

Desses pontos turísticos vou lembrar mais! Esses aqui eu vou querer voltar sempre e fazer de tudo para que sejam tombados como patrimônio. Um patrimônio de doces lembranças...




“Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também vosso coração.”
 Mat. 6:21.





Fonte: Google Imagens
Para aumentar as fotos, clique sobre elas!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Basta a cada dia o seu mal...




Despertar com um baita e-mail, tomar as dores de outra pessoa e, no decorrer do dia, arriscar a compreender uma mente doentia foi muito por hoje. Basta a cada dia o seu mal. Fui capaz de experimentar muitas emoções e, no momento, sinto-me aliviada.  A sucessão de eventos culminou nesse caos e paz ao mesmo tempo, engraçado, né? Mas com certeza vou adormecer com os anjinhos.  É bom sentir que você tem vários amigos para te amparar e fazer com que você veja tudo de uma maneira melhor.
 Voltando ao assunto, hoje fiquei chocada com o ponto em que um ser humano pode se rebaixar para ver o outro infeliz. Saliento 3 coisas: imaturidade, maldade e falta do que fazer.
Vejo que a imaturidade é um comportamento onde se tem uma dificuldade em admitir seus próprios erros. Geralmente, o imaturo irá oferecer milhões de desculpas e sempre irá jogar a responsabilidade para o outro. Fácil ser assim, não é?
Para a maldade, Einstein disse que: “o mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade”.  Nesse caso, acho que atos de crueldade foram permitidos por vista grossa. No entanto, chega uma hora que os limites são alcançados e a história muda de rumo.
Outro assunto que me atraiu a atenção foi o ócio negativo. Pelo menos, presumo que seja isso. A falta de ocupação faz com que nossa mente foque em alguns fatos. Muitos acontecimentos assumem dimensões maiores quando estamos tomados pelo ócio. E também, certos pensamentos voltam a habitar nosso consciente. Nessas horas que antigas obsessões voltam a causar transtornos.
Agora soma tudo o que foi citado e obtém-se o que estou falando. O pior de tudo nem é apresentar essas características negativas (qualquer um, em doses maiores ou menores, está sujeito a isso). O pior é pensar que o objetivo é trazer a infelicidade de alguém. Melhor pensar que isso é fruto da irracionalidade, da obscuridade que certos sentimentos levam a uma pessoa. Expectadores conseguem ver o quão ilógico é desejar o mal de alguém dessa forma, mas talvez quem protagoniza a história não perceba.
Paulo Coelho disse no livro Monte Cinco, "existem certas coisas que os deuses nos obrigam a viver..." e essa foi uma delas.  Por um momento sucumbi, confesso, mas agora estou mais forte que nunca e de peito aberto e mente preparada para esse tipo de joguinho!
Logo  aproveito essa história toda para tirar uma lição e conseguir reverter para algo proveitoso. Em prol do bem e sem aguardar recompensas, simples assim. Acredito nas pessoas, acredito em se tratar de uma má fase. Enquanto isso aguardo porque até isso vai passar!

ps. hoje, na verdade foi ontem.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Água para elefantes...





Adoro ler e finalmente terei mais tempo para me dedicar a esse hobbie.  Comecei lendo um livro chamado Água para elefantes e não consegui nem esperar o fim da leitura para indicá-lo a vocês.
Esse livro despertou minha atenção pelo nome, fiquei curiosa para descobrir o enredo por trás desse reticente título. Ao ler fui transportada para o mundo do livro tamanha a riqueza de detalhes. A autora, Sara Gruen, consegue prender o leitor em sua narrativa de linguagem simples e, ao mesmo tempo, cheia de reflexões nas entrelinhas. Além disso, o ambiente que se passa o livro é super gostoso: circo. Não posso dar um comentário completo porque não terminei, mas pelo o que li é apaixonante.

Como é de praxe vou deixar a sinopse:

Água para elefantes é um obra da escritora Sara Gruen, a autora dos best-sellers Riding Lessons e Flying Changes. A obra narra a história de Jacob Jankowski, que desde que perdeu sua esposa vive numa casa de repouso, cercado por senhoras simpáticas, enfermeiras solícitas e fantasmas do passado. Por 70 anos Jacob guardou um segredo. Ele nunca falou a ninguém sobre os anos de sua juventude em que trabalhou no circo. Até agora. Aos 23 anos, Jacob era um estudante de veterinária. Mas sua sorte muda quando seus pais morrem num acidente de carro. Órfão, sem dinheiro e sem ter para onde ir, ele deixa a faculdade antes de prestar os exames finais e acaba pulando em um trem em movimento, o Esquadrão Voador do circo Irmãos Benzini, o Maior Espetáculo da Terra. Admitido para cuidar dos animais, Jacob sofrerá nas mãos do Tio Al, o empresário tirano do circo, e de August, o ora encantador, ora intratável chefe do setor dos animais. É também sob as lonas dos Irmãos Benzini que Jacob vai se apaixonar duas vezes: primeiro por Marlena, a bela estrela do número dos cavalos e esposa de August, e depois por Rosie, a elefanta aparentemente estúpida que deveria ser a salvação do circo.
     Água para elefantes é tão envolvente que seus personagens continuam vivos muito depois de termos virado a última página. Sara Gruen nos transporta a um mundo misterioso e encantador, construído com tamanha riqueza de detalhes que é quase possível respirar sua atmosfera.         
    A obra ainda ganhou inúmeros prémios, entre eles o 2007 Book Sense Book of the Year Award, o 2007 BookBrowse Diamond Award for Most Popular Book, o Friends of American Literature Adult Fiction Award e o ALA/Alex Award 2007. Foi também finalista do International IMPAC Dublin Literary Award 2008.


    Já ia esquecendo que esse livro será levado às telas e Robert Pattinson interpretará o papel principal do estudante de veterinária, Jacob Jankowski. Além de Robert Pattinson, o elenco  conta também com  Christoph Waltz e Reese Witherspoon. O lançamento está previsto para esse ano ainda.